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003 SANTOANDRE
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008 260715s1972 bl ||||| |||| 00| 0 por d
040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:20517
245 1 0 _aMORTE E A MORTE DE QUINCAS BERRO D`AGUA (A)
100 1 _aAMADO, JORGE, 1912-2001
_eAutor
700 1 _aRODRIGUES, GLAUCO
_eIlustrador
250 _a32 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bMARTINS
_c1972
300 _a295P. ILUS. 21CM. ENC.
546 _aPORTUGUES
500 _aPUBLICADO COM A OBRA DO MESMO AUTOR: "OS VELHOS MARINHEIROS: DUAS HISTORIAS DO CAIS DA BAHIA"
520 _a"Saí da leitura dessa extraordinária novela [...] com a mesma sensação que tive, e que nunca mais se repetiu, ao ler os grandes romances e novelas dos mestres russos do século XIX", declarou Vinicius de Moraes. Escrita em 1959, esta pequena obra-prima de concisão narrativa e poética é tida por muitos como uma das mais extraordinárias novelas da nossa língua. Numa prosa inebriante, que tangencia o fantástico sem perder o olhar aguçado para as particularidades da sociedade baiana, Jorge Amado narra a história das várias mortes de Joaquim Soares da Cunha, vulgo Quincas Berro Dágua, cidadão exemplar que a certa altura da vida decide abandonar a família e a reputação ilibada para juntar-se à malandragem da cidade. Algum tempo depois, Quincas é encontrado sem vida em seu quarto imundo. Sua envergonhada família tenta restituir-lhe a compostura, vesti-lo e enterrá-lo com decência; mas, no velório, os amigos de copo e farra dão-lhe cachaça, despem-no dos trajes formais e fazem-no voltar a ser o bom e velho Quincas Berro Dágua. Levado ao Pelourinho, o finado Quincas joga capoeira, abraça meretrizes, canta, ri e segue a farra em direção à sua segunda e agora apoteótica morte.
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
650 4 _aFICCAO
650 4 _aSECULO XX
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=20517&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c15205
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