000 02153nam a2200289 i 4500
001 santoandre-con_detalhe-20804
003 SANTOANDRE
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008 260715s1973 bl ||||| |||| 00| 0 por d
040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:20804
245 1 0 _aUSINA
100 1 _aCAVALCANTI, JOSE LINS DO REGO, 1901-1957
_eAutor
700 1 _aMARTINS, WILSON
_eIntrodução
250 _a7 ed.
264 1 _aRIO DE JANEIRO); INL (RIO DE JANEIRO
_bJOSE OLYMPIO
_c1973
300 _a259P. ILUS. 18CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _aBIOBIBLIOGRAFIA
520 _aNo romance, José Lins do Rego conclui o ciclo da cana-de-açúcar, iniciado com Menino de Engenho, um clássico da literatura brasileira, ao mostrar a decadência dos latifúndios açucareiros e da aristocracia patriarcal no espaço rural do Nordeste. No lugar dos engenhos surgem as novas maquinarias, as usinas. O livro foi publicado em 1936, três anos após a criação do Instituto do Açúcar e do álcool. Para apresentar a desintegração do sistema latifundiário, Zé Lins resgata o protagonista de seu romance anterior, O moleque Ricardo. Após cumprir pena em Fernando de Noronha, Ricardo retorna ao engenho Santa Rosa e encontra o mundo que conhecia completamente transformado pela industrialização. Essa adaptação a uma realidade estranha, com códigos de conduta diferentes e nova organização social se apresenta mais penosa do que os anos de reclusão na prisão. Na capital e, a seguir, na usina, Ricardo tem saudades da ilha, por não encontrar em seu espaço de origem, agora refundido pela tecnologia, a identidade com o passado, Em Usina, o autor explora, como nunca antes, a questão social e econômica surgida com o progresso industrial, como a perda de valores morais e éticos com a ambição desmedida, nos apresentando uma perversão da alma humana.
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
650 4 _aFICCAO
650 4 _aSECULO XX
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=20804&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c15451
_d15451