| 000 | 01990nam a2200277 i 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | santoandre-con_detalhe-21741 | ||
| 003 | SANTOANDRE | ||
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| 008 | 260715s1967 bl ||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aSANTOANDRE _bpor _erda _dKoha |
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| 099 | _acon_detalhe:21741 | ||
| 245 | 1 | 0 | _aPARIS E UMA FESTA |
| 100 | 1 |
_aHEMINGWAY, ERNEST MILLER, 1898-1961 _eAutor |
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| 700 | 1 |
_aSILVEIRA, ENIO _eTradutor |
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| 250 | _a1 ed. | ||
| 264 | 1 |
_aRIO DE JANEIRO _bCIVILIZACAO BRASILEIRA _c1967 |
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| 300 | _a204P. ILUS. 21CM. BROCH. | ||
| 546 | _aPORTUGUES | ||
| 520 | _aErnest Hemingway foi sempre contrário ao sentimentalismo. Seus contos e romances mostram o homem em busca de si próprio, descobrindo-se nos momentos de dor, perigo ou derrota. Nenhum idealismo diante da vida: ela deve ser enfrentada como um desafio, e vencida sem arrogância ou perdida sem lamúrias. Paris é uma festa mostra-nos um Hemingway diferente, o escritor e o homem fazendo uma viagem sentimental à década de 1920, quando o mundo se abria diante dele e seus companheiros eram a gente anônima das ruas e gente famosa como Gertrude Stein, James Joyce, Ezra Pound, F. Scott Fitzgerald. A cidade e esses “companheiros de viagem” deram-lhe nova dimensão do humano e maior sensibilidade para alcançar os seus dois objetivos primordiais na vida: ser um bom escritor e viver em absoluta fidelidade consigo próprio. Há, em Paris é uma festa, momentos de suave melancolia, alternados com outros de cortante, quase selvagem crueldade. De Paris, seus perfumes, seus encantos, de si mesmo, de seus amigos e inimigos, Hemingway nos deixou, neste livro póstumo, uma série de vinhetas inesquecíveis, escritas com amor e ironia, com humor e saudade. | ||
| 650 | 4 | _aFICCAO | |
| 650 | 4 | _aSECULO XX | |
| 650 | 4 | _aLITERATURA ESTADUNIDENSE | |
| 655 | 4 | _aLIVRO | |
| 856 | 4 | 0 |
_uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=21741&vHistoryNovo=sim _yRegistro de origem |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c16282 _d16282 |
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