| 000 | 01899nam a2200265 i 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | santoandre-con_detalhe-24990 | ||
| 003 | SANTOANDRE | ||
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| 008 | 260715s1956 bl ||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aSANTOANDRE _bpor _erda _dKoha |
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| 099 | _acon_detalhe:24990 | ||
| 245 | 1 | 0 | _aRESTO E SILENCIO (O) |
| 100 | 1 |
_aVERISSIMO, ERICO LOPES _eAutor |
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| 250 | _a1 ed. | ||
| 264 | 1 |
_aPORTO ALEGRE _bGLOBO _c1956 |
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| 300 | _a492P. 23CM. ENC. | ||
| 546 | _aPORTUGUES | ||
| 520 | _aNo outono de 1941, Erico Verissimo testemunha a morte de uma "rapariga loura, alva e franzina" que se joga de um prédio no centro de Porto Alegre. O desassossego por ter presenciado essa cena o leva a escrever O resto é silêncio, que inicia justamente com a queda de uma moça do alto de um espigão da capital gaúcha. A história, narrada a partir de diferentes perspectivas, transcorre em pouco mais de 24 horas, entre a tarde da sexta-feira da Paixão e a noite do sábado de Aleluia. O destino da moça, que no enredo imaginado pelo escritor é uma simples vendedora de um grande magazine, revela-se o ponto de ligação entre as trajetórias dos diversos personagens. Neste romance, considerado a ponte artística para a saga O tempo e o vento, Erico atinge não só a mestria na técnica do contraponto dramático - aprendida com o romancista inglês Aldous Huxley - como também a maturidade na composição dos personagens. O resultado é um texto denso e comovente, profundamente afinado com as preocupações sociais e estéticas do autor e com os sombrios sinais de desastre que percorriam o mundo na esteira da Segunda Guerra Mundial. | ||
| 650 | 4 | _aLITERATURA BRASILEIRA | |
| 650 | 4 | _aFICCAO | |
| 650 | 4 | _aSECULO XX | |
| 655 | 4 | _aLIVRO | |
| 856 | 4 | 0 |
_uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=24990&vHistoryNovo=sim _yRegistro de origem |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c19096 _d19096 |
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