000 02146nam a2200349 i 4500
001 santoandre-con_detalhe-28848
003 SANTOANDRE
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008 260715s1999 bl ||||| |||| 00| 0 por d
040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:28848
245 1 0 _aESTACAO CARANDIRU
100 1 _aVARELLA, ANTONIO DRAUZIO, 1943
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bCOMPANHIA DAS LETRAS
_c1999
300 _a297P. ILUS. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _a3ª REIMPRESSAO
520 _aO médico Drauzio Varella relata dez anos de atendimento voluntário na Casa de Detenção de São Paulo, o maior presídio do Brasil, e mostra como um código penal não-escrito organizava o comportamento da população carcerária. Em 1989, o médico Drauzio Varella iniciou na Detenção um trabalho voluntário de prevenção à AIDS. Entre os mais de 7200 presos, conheceu pessoas como Mário Cachorro, Roberto Carlos, Sem-Chance, seu Jeremias, Alfinete, Filósofo, Loreta e seu Luís. Não importava a pena a que tinham sido condenados, todos seguiam um rígido código penal não escrito, criado pela própria população carcerária. Contrariá-lo poderia equivaler à morte. O relato de Drauzio Varella neste livro tem as tonalidades da experiência pessoal: não busca denunciar um sistema prisional antiquado e desumano; expressa uma disposição para tratar com as pessoas caso a caso, mesmo em condições nada propícias à manifestação da individualidade. Lançado em 1999 e transformado em filme em 2003, por Hector Babenco, Estação Carandiru recebeu o Prêmio Jabuti 2000 de livro do ano e, desde então, já vendeu centenas de milhares de exemplares.
650 4 _aSAO PAULO
650 4 _aPRISIONEIROS
650 4 _aPATOLOGIA SOCIAL
650 4 _aBEM-ESTAR
650 4 _aCUIDADOS
650 4 _aPRESOS
650 4 _aCASA DE DETENCAO (SP)
650 4 _aPRESIDIARIOS
650 4 _aPRESIDIOS
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=28848&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c22141
_d22141