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003 SANTOANDRE
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040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:29993
245 1 0 _aLINGUA DE EULALIA (A): NOVELA SOCIOLINGUISTICA
100 1 _aBAGNO, MARCOS
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bCONTEXTO
_c1999
300 _a171P. ILUS. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _aBIBLIOGRAFIA
520 _aNossa tradição educacional sempre negou a existência de uma pluralidade de normas linguísticas dentro do universo da língua portuguesa; a própria escola não reconhece que a norma padrão culta é apenas uma das muitas variedades possíveis no uso do português e rejeita de forma intolerante qualquer manifestação linguística diferente, tratando muitas vezes os alunos como "deficientes linguísticos". Marcos Bagno argumenta que falar diferente não é falar errado e o que pode parecer erro no português não-padrão tem uma explicação lógica, científica (linguística, histórica, sociológica, psicológica). Para explicar essa problemática, o autor reúne então n' A LÍNGUA DE EULÁLIA as universitárias Vera, Sílvia e a esperta Emília, que vão passar as férias na chácara da professora Irene. Sempre muito dedicada, Irene se reúne todos os dias com as três professoras do curso primário, transformando suas férias numa espécie de atualização pedagógica, em que as "alunas" reciclam seus conhecimentos linguísticos. Mais do que isso, Irene acaba criando um apoio para que as "meninas" passem a encarar de uma nova maneira as variedades não-padrão da língua portuguesa. A novela flui em diálogos deliciosamente informativos. A LÍNGUA DE EULÁLIA trata a sociolinguística como ela deve ser tratada: com seriedade, mas sem sisudez.
650 4 _aLINGUAGEM
650 4 _aLINGUISTICA
650 4 _aSOCIOLINGUISTICA
650 4 _aPSICOLINGUISTICA
650 4 _aPSICOLOGIA DA LINGUAGEM
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=29993&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c23058
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