| 000 | 02015nam a2200265 i 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | santoandre-con_detalhe-43754 | ||
| 003 | SANTOANDRE | ||
| 005 | 20260715140214.0 | ||
| 008 | 260715s1996 bl ||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aSANTOANDRE _bpor _erda _dKoha |
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| 099 | _acon_detalhe:43754 | ||
| 245 | 1 | 0 | _aBAU DE ESPANTOS |
| 100 | 1 |
_aQUINTANA, MARIO DE MIRANDA _eAutor |
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| 250 | _a6 ed. | ||
| 264 | 1 |
_aSAO PAULO _bGLOBO _c1996 |
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| 300 | _a136P. 21CM. BROCH. | ||
| 546 | _aPORTUGUES | ||
| 520 | _aEm “Baú de espantos”, publicado pela primeira vez em 1986, Mario Quintana reúne num só gesto poético o passado e o futuro, através do exercício da memória e das percepções que o assaltam diante das mudanças trazidas pela modernidade. Aqui aparece menos o Quintana ecológico e mais o poeta tocado pela nostalgia da vida simples, deixada para trás pelos arranha-céus e pela agitação da cidade grande. Ao mesmo tempo, o poeta absorve o imaginário do espaço sideral para alimentar seu lirismo. Ao lado das clássicas imagens do vento, da lua, da rua de bairro, aparece aqui a nave como metáfora da viagem que é a vida: “nau exposta aos quatro ventos,/ em pleno céu sulcado de relâmpagos”. O poeta convida o leitor a embarcar com ele numa viagem de poemas que falam de vida e morte, começo e fim, mar e céu. Em perfeita circularidade, a possibilidade do fim (fim da vida, fim das coisas simples) acaba por suscitar o retorno daquilo de que se sente saudade. Junto com a ideia de navegação, impõe-se a imagem do menino eterno por trás de cada ato de evocação e escrita poética. O garoto errante e sonhador sempre retorna nos versos de Quintana, seja como objeto, seja como o sujeito que fala. O mar da memória é um baú de maravilhas. | ||
| 650 | 4 | _aLITERATURA BRASILEIRA | |
| 650 | 4 | _aPOESIA | |
| 650 | 4 | _aSECULO XX | |
| 655 | 4 | _aLIVRO | |
| 856 | 4 | 0 |
_uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=43754&vHistoryNovo=sim _yRegistro de origem |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c34136 _d34136 |
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