| 000 | 01897nam a2200277 i 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | santoandre-con_detalhe-44544 | ||
| 003 | SANTOANDRE | ||
| 005 | 20260715142513.0 | ||
| 008 | 260715s1957 bl ||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aSANTOANDRE _bpor _erda _dKoha |
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| 099 | _acon_detalhe:44544 | ||
| 245 | 1 | 0 | _aNOITE |
| 100 | 1 |
_aVERISSIMO, ERICO LOPES _eAutor |
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| 250 | _a1 ed. | ||
| 264 | 1 |
_aPORTO ALEGRE _bGLOBO _c1957 |
|
| 300 | _a2 EM 1. 239P. 23CM. ENC. | ||
| 546 | _aPORTUGUES | ||
| 500 | _aENCADERNADO COM A OBRA DO MESMO AUTOR: - SONATA. 2 EM 1. | ||
| 520 | _aA novela Noite é única na obra de Erico Verissimo. Isenta do caráter épico de O tempo e o vento, não pratica a crônica de costumes dos romances do "ciclo de Porto Alegre", não busca o realismo e não tem o tom de crítica e sátira política de O senhor embaixador e Incidente em Antares. Noite é uma viagem ao interior da culpa. O personagem central, o "Desconhecido", ou "Homem de gris", perambula pelas ruas de uma cidade submersa no anonimato sem reconhecê-las. Não sabe quem é, nem de onde veio, nem aonde dirigir seus passos. Atormenta-o uma culpa inenarrável. Sabe que cometeu um crime, mas não sabe como fazer para descobrir qual foi esse crime - e qual é sua identidade. Usando os cenários conhecidos, Erico compôs o painel social de uma sociedade que se perdeu em seus labirintos, tomada pelo anseio de modernidade, e ao mesmo tempo presa a suas raízes do passado. A novela fala de seres neutralizados pelo anonimato que caracteriza a modernidade: por isso todos os personagens flutuam no espaço intermediário das almas condenadas ao eterno purgatório. | ||
| 650 | 4 | _aLITERATURA BRASILEIRA | |
| 650 | 4 | _aFICCAO | |
| 650 | 4 | _aSECULO XX | |
| 655 | 4 | _aLIVRO | |
| 856 | 4 | 0 |
_uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=44544&vHistoryNovo=sim _yRegistro de origem |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c34769 _d34769 |
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