000 01903nam a2200373 i 4500
001 santoandre-con_detalhe-44933
003 SANTOANDRE
005 20260715142520.0
008 260715s1995 bl ||||| |||| 00| 0 por d
040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:44933
245 1 0 _aCHEIRO DE COISA VIVA (O)
100 1 _aMACHADO, DIONELIO
_eAutor
700 1 _aGUSTAVO MEYER
_eIlustrador
700 1 _aMARIA ZENILDA GRAWUNDER
_eIntrodução
700 1 _aMARIA ZENILDA GRAWUNDER
_eSelecionador
250 _a1 ed.
264 1 _aRIO DE JANEIRO
_bGRAPHIA
_c1995
300 _a268P. ILUS. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _aSELECAO E NOTAS: MARIA ZENILDA GRAWUNDER, ENTREVISTAS, REFLEXOES DIVERSAS E UM ROMANCE INEDITO: O ESTADISTA.
520 _aAtravés de um conjunto de textos reflexivos e autobiográficos, O Cheiro de Coisa Viva reconstitui a trajetória de Dyonelio Machado, que purgou dois anos de prisão por suas convicções marxistas, entre 1935 e 1937, e depois de revolucionar a ficção brasileira na década de 30 com o romance urbano Os Ratos, chegou a passar , em plena maturidade, vinte anos sem publicar nem ver reedições do que escreveu. O volume traz ainda o romance inédito O Estadista, escrito em 1926 e descoberto postumamente, que comprova, já no próprio enredo, a contemporaneidade de Dyonelio, um ficcionista dedicado a filtrar o drama no que há de mais trivial - o romance narra a história de um ativista num cenário de corrupção política.
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
650 4 _aBIOGRAFIAS
650 4 _aANTOLOGIA
650 4 _aCOLETANEAS
650 4 _aDISCURSOS
650 4 _aSECULO XX
650 4 _aRETORICA
650 4 _aROMANCISTAS
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=44933&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c35075
_d35075