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_bpor
_erda
_dKoha
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245 1 0 _aFUNERAIS DA MAMAE GRANDE (OS)
100 1 _aMARQUEZ, GABRIEL GARCIA
_eAutor
700 1 _aEDSON BRAGA
_eTradutor
250 _a12 ed.
264 1 _aRIO DE JANEIRO
_bRECORD
_c1998
300 _a171P. ILUS. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
520 _aNos contos deste livro, uma das primeiras obras de García Márquez, respira-se o ar de Macondo: nas flores embrulhadas em jornal trazidas pela mãe do ladrão para a cova do filho; na singular cena do dentista que extrai o dente de um dos homens mais poderosos da região; no sumiço das bolas de bilhar, crime que movimenta toda a cidade em busca do cruel vilão; no esplendor da gaiola de Baltazar, encomendada e depois recusada por um coronel, santificando seu criador; na tristeza da viúva Montiel, que vive abandonada; na melodia dos pássaros que morrem e de ratos dizimados, e, finalmente, nos esplendorosos funerais da poderosa Mamãe Grande, honrados pela presença do Presidente da República e de Sua Santidade, o Papa. Os funerais da Mamãe Grande é a mistura do trivial e do fantástico, é a trágica monotonia da vida de aldeia cortada por relâmpagos de fatalidade que jogam luz inesperada e estranha sobre a alma das pessoas – é a densa humanidade e a mestria artística do grande escritor colombiano. Nos oito contos deste livro Gabriel García Márquez faz uma viagem sentimental por sua cidade natal, sem deixar de lado um olhar crítico sobre a sofrida realidade social, a pobreza da terra e o domínio dos coronéis.
650 4 _aFICCAO
650 4 _aSECULO XX
650 4 _aLITERATURA COLOMBIANA
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=7628&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c4273
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