000 02231nam a2200313 i 4500
001 santoandre-con_detalhe-55246
003 SANTOANDRE
005 20260715175859.0
008 260715s1970 bl ||||| |||| 00| 0 por d
040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:55246
245 1 0 _aSUOR: ROMANCE
100 1 _aAMADO, JORGE
_eAutor
700 1 _aCARYBE
_eIlustrador
700 1 _aCRAVO, MARIO
_eIlustrador
700 1 _aSCLIAR, CARLOS
_eIlustrador
250 _a24 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bMARTINS
_c1970
300 _a340P. ILUS. 21CM. ENC.
546 _aPORTUGUES
500 _aRETRATO DO AUTOR POR CARLOS SCLIAR. CAPA DE CARYBE. PUBLICADO COM AS OBRAS DO MESMO AUTOR: "O PAIS DO CARNAVAL: ROMANCE" E "CACAU: ROMANCE"
520 _aUm casarão do Pelourinho transformado em cortiço, com suas dezenas de moradores pobres e marginalizados, é o ambiente de Suor, publicado em 1934, quando Jorge Amado tinha 22 anos. De modo cru, mas com sua característica prosa envolvente e calorosa - sempre atenta à musicalidade da fala popular -, Jorge narra um cotidiano de miséria, falta de higiene e ausência de perspectivas. Nos quartos precários do cortiço, homens e mulheres convivem com ratos e baratas e dão vazão às pulsões mais básicas. Os diversos personagens ganham em algum momento o primeiro plano do relato. Há o mascate judeu que percorreu o mundo e fala oito línguas, o homem sem braços que faz propaganda de lojas, a velha prostituta que não consegue mais arranjar freguês, o operário anarquista que vive com um gato, a costureira que sonha com um casamento para a afilhada virgem, entre outras figuras sofridas. Jorge Amado cria ao mesmo tempo um painel social e um estudo sutil dos sentimentos humanos que florescem nas situações mais adversas. Apesar da dureza do dia a dia, o humor e a solidariedade encontram frestas para se manifestar, e uma crescente consciência política se espalha entre alguns moradores do cortiço.
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
650 4 _aFICCAO
650 4 _aSECULO XX
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=55246&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c43464
_d43464