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003 SANTOANDRE
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040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
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245 1 0 _aAMANHA E OUTRO DIA
100 1 _aSIMMEL, JOHANNES MARIO, 1924-2009
_eAutor
700 1 _aRIZZO, ERIKA F. ENGERT
_eTradutor
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bCIRCULO DO LIVRO
_cC1949
300 _a306P. 22CM. ENC.
546 _aPORTUGUES
500 _aBIOBIBLIOGRAFIA
520 _aViena, março de 1945, últimos meses da Segunda Guerra Mundial. Três mulheres, três homens e uma menininha se veem presos em um abrigo subterrâneo. Lá fora, um bombardeio destrói tudo ao redor e os deixa isolados pelos escombros. O grupo não poderia ser mais heterogêneo: uma grávida e sua filha pequena, uma senhora idosa muito religiosa, uma jovem artista, um padre alcoólatra que perdeu a fé em Deus, um jovem soldado e um químico. O que os une é o sonho de liberdade. Mas como chegar a um consenso sobre o que fazer para sair dessa situação, uma vez que cada um deles tem uma opinião diversa sobre que atitude tomar? Esperar, mesmo tendo uma grávida no grupo? Explodir a parede, mesmo com o risco de morrerem na explosão? Cavar incansavelmente? O que seria menos arriscado? Nesse confinamento forçado, os sentimentos são levados ao limite. Em “Amanhã é outro dia” (1948), o escritor austríaco J.M. Simmel (1924-2009) criou um microcosmo da sociedade exaurida pelo combate. Amor e ódio, bondade e violência, confiança e medo, simplicidade e fanatismo: esses e outros sentimentos se digladiam nos preciosos minutos em que o grupo luta para sobreviver – sentimentos de um continente extenuado pela insanidade da guerra.
650 4 _aFICCAO
650 4 _aSECULO XX
650 4 _aLITERATURA AUSTRIACA
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=55832&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
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