000 01851nam a2200277 i 4500
001 santoandre-con_detalhe-57798
003 SANTOANDRE
005 20260715183658.0
008 260715s2002 bl ||||| |||| 00| 0 por d
040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:57798
245 1 0 _aHOMEM QUE ESPALHOU O DESERTO (O)
100 1 _aBRANDAO, IGNACIO DE LOYOLA LOPES
_eAutor
700 1 _aMARTINEZ, ENRIQUE
_eIlustrador
250 _a11 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bGLOBAL
_c2002
300 _a32P. ILUS. 24CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _aCAPA E ILUS. ENRIQUE MARTINEZ
520 _aQuando menino, gostava de apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal. Ficava horas distraído, podando as folhas das árvores, plec, plec, plec. Assim começa essa pequena grande história, de Ignácio de Loyola Brandão, publicada pela primeira vez em 1989, quando a questão ambiental ainda não era discutida nas escolas. Já nessa época, o consagrado escritor coloca seu leitor diante de problemas ambientais, exigindo-lhe um posicionamento crítico, a partir da criativa e bem elaborada história do menino destruidor de árvores. A narrativa surpreende. Traça, em poucas palavras, a trajetória do descaso do personagem em relação ao ambiente em que vive – de ações aparentemente inocentes, chega-se a atitudes absolutamente condenáveis. A leitura de O homem que espalhou o deserto significa a possibilidade de refletir sobre a crença de que o homem é senhor absoluto da natureza. Significa também o privilégio de entrar em contato com um texto de inigualável qualidade literária.
650 4 _aLITERATURA INFANTOJUVENIL
650 4 _aFICCAO
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=57798&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c45730
_d45730