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_bpor
_erda
_dKoha
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245 1 0 _aOPERA NEGRA
100 1 _aFERREIRA, MARTINHO JOSE, 1938
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bGLOBAL
_c2001
300 _a91P. ILUS. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
520 _aEm “Ópera Negra”, Martinho da Vila exalta as qualidades da raça negra - qualidades humanas, musicais, poéticas -, reivindica igualdade de oportunidades na sociedade e aponta a discriminação racial e social, sobretudo a dirigida às classes pobres, os favelados, vítimas de uma dupla opressão: policial e dos bandidos. É uma obra de denúncia e combate, mas não de luta agressiva, de ódio racial. Martinho reivindica apenas aquilo a que o negro tem direito, como cidadão brasileiro, e o incentiva ao combate. Combate suave, de quem mais tarde, vencedor, possa dizer, como São Paulo: "Combati o bom combate". “Ópera Negra” simula a representação de uma ópera no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, em dia de casa cheia. Divide-se em três atos e um epílogo. O primeiro é uma louvação à raça, com a apresentação de negros que marcaram a história brasileira: Cruz e Sousa, Lima Barreto, Luís Gama, João Clapp, André Rebouças, Zumbi dos Palmares, e tantos outros. Os dois atos seguintes contam a história de um jovem que se torna bandido, envolvido pelo ambiente, e não consegue mais se libertar. Mesmo regenerado, a sociedade não o aceita. Uma história de todo dia nas favelas cariocas e de outras cidades.
650 4 _aNEGROS
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
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650 4 _aGRUPOS RACIAIS
650 4 _aSECULO XX
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=59972&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
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