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_dKoha
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245 1 0 _aALEPH (O)
100 1 _aBORGES, JORGE LUIS
_eAutor
700 1 _aCARDOZO, FLAVIO JOSE
_eTradutor
250 _a1 ed.
264 1 _aBRASILIA); GLOBO (PORTO ALEGRE
_bINL
_c1972
300 _aVIII, 146P. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
520 _aPublicado em 1949, “O Aleph” é considerado pela crítica um dos pontos culminantes da ficção de Borges. Em sua maioria, "as peças deste livro correspondem ao gênero fantástico", esclarece o autor no epílogo da obra. Nelas, ele exerce seu modo característico de manipular a "realidade": as coisas da vida real deslizam para contextos incomuns e ganham significados extraordinários, ao mesmo tempo em que fenômenos bizarros se introduzem em cenários prosaicos. Os motivos borgeanos recorrentes do tempo, do infinito, da imortalidade e da perplexidade metafísica jamais se perdem na pura abstração; ao contrário, ganham carnadura concreta nas tramas, nas imagens, na sintaxe, que também são capazes de resgatar uma profunda sondagem do processo histórico argentino. O livro se abre com "O imortal", onde temos a típica descoberta de um manuscrito que relatará as agruras da imortalidade. E se fecha com "O aleph", para o qual Borges deu a seguinte "explicação" em 1970: "O que a eternidade é para o tempo, o aleph é para o espaço". Como o narrador e o leitor vão descobrir, descrever essa idéia em termos convencionais é uma tarefa desafiadoramente impossível.
650 4 _aLITERATURA
650 4 _aFICCAO
650 4 _aARGENTINA
650 4 _aSECULO XX
650 4 _aLITERATURA ARGENTINA
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=8678&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
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