| 000 | 01961nam a2200289 i 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | santoandre-con_detalhe-68718 | ||
| 003 | SANTOANDRE | ||
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| 008 | 260715s1952 bl ||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aSANTOANDRE _bpor _erda _dKoha |
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| 099 | _acon_detalhe:68718 | ||
| 245 | 1 | 0 | _aMEMORIAS DA RUA DO OUVIDOR |
| 100 | 1 |
_aMACEDO, JOAQUIM MANUEL DE, 1820-1882 _eAutor |
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| 700 | 1 |
_aHADDAD, JAMIL ALMANSUR _ePrefaciador |
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| 250 | _a1 ed. | ||
| 264 | 1 |
_aSAO PAULO _bED. NACIONAL _c1952 |
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| 300 | _a332P. 19CM. ENC. | ||
| 546 | _aPORTUGUES | ||
| 500 | _aNOTAS DE RODAPE. NOTAS DE JAMIL ALMANSUR HADDAD | ||
| 520 | _aNesta obra, Joaquim Manuel de Macedo realiza com mestria o seu papel de historiador de uma das mais famosas ruas cariocas na segunda metade do século XIX. Joaquim Manuel de Macedo, autor de A moreninha (1844), sempre mostrou em sua prosa o que se convencionou chamar de “crônica de costumes”. Na ficção, Macedo tendeu à fixação dos hábitos da sociedade do seu tempo; do mesmo modo, em Memórias da Rua do Ouvidor Macedo atém-se aos fatos históricos e de comprovação documental, mas com um texto que permite ao leitor deliciar-se com a prosa e a inventividade de quem foi um dos fundadores do romance romântico no Brasil. Contudo, o mais interessante no livro de Macedo, além da sua escrita, talvez seja o testemunho de uma época na pena de um cronista admirável. O volume registra desde a criação da rua, quando era apenas um “desvio”, passa por descrições no tempo de D. João VI, comenta sobre lojas, jornais, hotéis, fatos referentes à história do País que têm conexão com a rua, até chegar à rua do Ouvidor de seu século. | ||
| 650 | 4 | _aLITERATURA BRASILEIRA | |
| 650 | 4 | _aCRONICAS | |
| 650 | 4 | _aPERIODO ROMANTICO | |
| 655 | 4 | _aLIVRO | |
| 856 | 4 | 0 |
_uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=68718&vHistoryNovo=sim _yRegistro de origem |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c54743 _d54743 |
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