| 000 | 01903nam a2200289 i 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | santoandre-con_detalhe-70734 | ||
| 003 | SANTOANDRE | ||
| 005 | 20260715235702.0 | ||
| 008 | 260715s2005 bl ||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aSANTOANDRE _bpor _erda _dKoha |
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| 099 | _acon_detalhe:70734 | ||
| 245 | 1 | 0 | _aCAVERNA (A) |
| 100 | 1 |
_aSARAMAGO, JOSE, 1922-2010 _eAutor |
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| 250 | _a1 ed. | ||
| 264 | 1 |
_aSAO PAULO _bCOMPANHIA DAS LETRAS _c2005 |
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| 300 | _a350P. 21CM. BROCH. | ||
| 546 | _aPORTUGUES | ||
| 500 | _a7 REIMPRESSAO | ||
| 520 | _aA caverna é uma história de gente simples: um oleiro, um guarda, duas mulheres e um cão muito humano. Esses personagens circulam pelo Centro, um gigantesco monumento do consumo onde os moradores usam crachá, são vigiados por câmeras de vídeo e não podem abrir as janelas de casa. É no Centro que trabalha o guarda Marçal. Era para o Centro que seu sogro, o oleiro Cipriano, vendia a louça de barro que fabricava artesanalmente na aldeota em que vive - agora, os clientes do Centro preferem pratos e jarros de plástico. Sem outro ofício na vida, Cipriano perde a razão de viver. E a convite do genro, muda-se para o Centro, essa verdadeira gruta onde milhares de pessoas se divertem, comem e trabalham sem verem a luz do sol e da lua. Enquanto isso, embaixo dos diversos subsolos, os funcionários do Centro descobrem uma estranha caverna. Driblando a vigilância, Cipriano consegue entrar lá dentro. O que descobre é aterrador. Nesta versão moderna do mito da caverna de Platão, José Saramago faz uma apresentação sutil da face cruel do mundo capitalista e tecnológico. | ||
| 650 | 4 | _aFICCAO | |
| 650 | 4 | _aSECULO XX | |
| 650 | 4 | _aROMANCES | |
| 650 | 4 | _aLITERATURA PORTUGUESA | |
| 655 | 4 | _aLIVRO | |
| 856 | 4 | 0 |
_uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=70734&vHistoryNovo=sim _yRegistro de origem |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c56491 _d56491 |
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