000 02197nam a2200277 i 4500
001 santoandre-con_detalhe-76039
003 SANTOANDRE
005 20260716043454.0
008 260716s2003 bl ||||| |||| 00| 0 por d
040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:76039
245 1 0 _aRIO CHAMADO TEMPO, UMA CASA CHAMADA TERRA (UM)
100 1 _aCOUTO, MIA, 1955
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bCOMPANHIA DAS LETRAS
_c2003
300 _a262P. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
520 _aO retorno de Marianinho a Luar-do-Chão não é exatamente uma volta às suas origens. Ao chegar à ilha natal, incumbido de comandar as cerimônias fúnebres do avô Mariano - de quem recebeu o mesmo nome e de quem era o neto favorito -, ele se descobre um estranho tanto entre os de sua família quanto entre os de sua raça, pois na cidade adquiriu hábitos de um branco. Aos poucos, Marianinho percebe que voltou à ilha para um renascimento.Uma série de intrigas e de segredos familiares envolvem o pai do protagonista, Fulano Malta, sua avó Dulcineusa, os tios Abstinêncio, Ultímio e Admirança, e também as nebulosas circunstâncias em torno da morte de sua mãe, Mariavilhosa. O rapaz descobre também que o falecimento do avô permanece estranhamente incompleto.Trata-se de um momento de passagem, crucial para o protagonista e para o seu lugar de origem. Luar-do-Chão encontra-se num estado de abandono, decadência e miséria. Trata-se também de um impasse cultural, religioso e político, que guarda correspondência com a situação social da África de hoje.Nessa enigmática Luar-do-Chão, onde um rio armazena a memória dos espíritos e a terra sofre com feitiços arcaicos e modernos, a tarefa de Marianinho é encontrar uma forma de levar adiante uma história que, além de pessoal e familiar, na África pós-colonial é também política e de destino humano.
650 4 _aFICCAO
650 4 _aROMANCES
650 4 _aMOCAMBIQUE
650 4 _aLITERATURA MOCAMBICANA
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=76039&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c61006
_d61006