| 000 | 01974nam a2200277 i 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | santoandre-con_detalhe-76775 | ||
| 003 | SANTOANDRE | ||
| 005 | 20260716043513.0 | ||
| 008 | 260716s2003 bl ||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aSANTOANDRE _bpor _erda _dKoha |
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| 099 | _acon_detalhe:76775 | ||
| 245 | 1 | 0 | _aACQUA TOFFANA |
| 100 | 1 |
_aMELO, PATRICIA, 1962 _eAutor |
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| 250 | _a1 ed. | ||
| 264 | 1 |
_aSAO PAULO _bCOMPANHIA DAS LETRAS _c2003 |
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| 300 | _a133P. 21CM. BROCH. | ||
| 546 | _aPORTUGUES | ||
| 500 | _a6ª REIMPRESSAO | ||
| 520 | _aAcqua toffana é um veneno da Renascença. "É líquido, transparente, sem sabor e sem cheiro. Uma gota por semana faz a pessoa morrer em dois anos. Causa dores de cabeça, enjoos, náuseas." A explicação está no livro de estreia de Patrícia Melo, lançado em 1994, que ganhou o nome da poção mortífera. Nele, duas novelas desenrolam-se como o itinerário caprichoso da morte lenta, planejada como uma arte ou desenhada como delírio. Na primeira história, a protagonista, de nome desconhecido, tenta convencer um delegado de que seu marido é o assassino que estuprou e estrangulou várias mulheres no bairro paulistano da Lapa. Na segunda, o metódico funcionário de um cartório passa a ser atormentado pela presença de uma vizinha, e desenvolve um plano para matá-la. "No Brasil, um crime só merece atenção se for uma obra de arte. Queremos os canibais, os perversos, os hiperviolentos, os científicos. Queremos os melhores", diz a protagonista da primeira novela. Pois Acqua toffana trata não do criminoso corriqueiro, e sim dos assassinos sofisticados que se escondem em tipos familiares — e que, por isso mesmo, conseguem dedicar-se com afinco aos seus objetivos. | ||
| 650 | 4 | _aLITERATURA BRASILEIRA | |
| 650 | 4 | _aFICCAO | |
| 650 | 4 | _aSECULO XX | |
| 655 | 4 | _aLIVRO | |
| 856 | 4 | 0 |
_uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=76775&vHistoryNovo=sim _yRegistro de origem |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c61673 _d61673 |
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