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003 SANTOANDRE
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_bpor
_erda
_dKoha
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245 1 0 _aACQUA TOFFANA
100 1 _aMELO, PATRICIA, 1962
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bCOMPANHIA DAS LETRAS
_c2003
300 _a133P. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _a6ª REIMPRESSAO
520 _aAcqua toffana é um veneno da Renascença. "É líquido, transparente, sem sabor e sem cheiro. Uma gota por semana faz a pessoa morrer em dois anos. Causa dores de cabeça, enjoos, náuseas." A explicação está no livro de estreia de Patrícia Melo, lançado em 1994, que ganhou o nome da poção mortífera. Nele, duas novelas desenrolam-se como o itinerário caprichoso da morte lenta, planejada como uma arte ou desenhada como delírio. Na primeira história, a protagonista, de nome desconhecido, tenta convencer um delegado de que seu marido é o assassino que estuprou e estrangulou várias mulheres no bairro paulistano da Lapa. Na segunda, o metódico funcionário de um cartório passa a ser atormentado pela presença de uma vizinha, e desenvolve um plano para matá-la. "No Brasil, um crime só merece atenção se for uma obra de arte. Queremos os canibais, os perversos, os hiperviolentos, os científicos. Queremos os melhores", diz a protagonista da primeira novela. Pois Acqua toffana trata não do criminoso corriqueiro, e sim dos assassinos sofisticados que se escondem em tipos familiares — e que, por isso mesmo, conseguem dedicar-se com afinco aos seus objetivos.
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
650 4 _aFICCAO
650 4 _aSECULO XX
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=76775&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
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