000 02117nam a2200277 i 4500
001 santoandre-con_detalhe-91816
003 SANTOANDRE
005 20260716141057.0
008 260716s2009 bl ||||| |||| 00| 0 por d
040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:91816
245 1 0 _aNAUFRAGO QUE RI (UM)
100 1 _aMENEZES, ROGERIO REIS DE SOUZA, 1957-
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aRIO DE JANEIRO
_bRECORD
_c2009
300 _a351P. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
520 _aEm “Um náufrago que ri”, Rogério Menezes navega, sem naufragar, entre a realidade e a fantasia, entre a memória e a invenção. A decadência financeira e existencial de um homem do ponto de vista de seu gato. Um felino completamente crítico, mestre em comentários ácidos e duras avaliações. Pelos olhos verdes-esmeralda do carismático gato Ravic, que, entre umas dormidas e outras, passa a vida observando tudo o que acontece à sua volta, Rogério Menezes elabora um sarcástico e entusiástico retrato da frágil condição humana. Nada que é humano escapa da língua ferina de Ravic. Principalmente Antônio Martiniano (ou, na escrita Raviquiana, A.M), o criador dessa criatura sobre-humana, que tem quatro patas e se diz estoica. Um gato que nunca comeu passarinhos, mas cita Henry James e se curva a Philip Roth. Ravic é a redenção do dono, um jornalista desempregado em crise de meia-idade, um escritor que nunca conseguiu desabrochar. Um incansável decifrador de espaços, sentimentos e subjetividades como o gato Ravic o é. Enquanto Antonio Martiniano se dilacera em dores profundas, em trágica dissonância, em colisão frontal, com os horrendos tempos em que vivemos, seu gato de estimação dá de ombros e se diz a todo instante: ok, esse é o pior dos mundos, ora bolas, mas é o que temos.
650 4 _aBRASIL
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
650 4 _aFICCAO
650 4 _aSECULO XXI
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=91816&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c76242
_d76242