000 01868nam a2200277 i 4500
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003 SANTOANDRE
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040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:96097
245 1 0 _aLINGUA EXILADA (A)
100 1 _aKERTESZ, IMRE, 1929-
_eAutor
700 1 _aSCHILLER, PAULO, 1952
_eTradutor
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bCOMPANHIA DAS LETRAS
_c2004
300 _a208P. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _aINCLUINDO "HEURECA", O DISCURSO PROFERIDO NO RECEBIMENTO DO PREMIO NOBEL DE LITERATURA EM 2002.
520 _a“A língua exilada” é uma coleção de ensaios permeados pela idéia de que o Holocausto não é um acontecimento restrito aos nazistas e aos judeus: é uma experiência de cunho universal. Se o filósofo alemão Adorno dizia ser impossível escrever versos após Auschwitz, Kertész afirma que o campo de concentração é um marco zero e que, portanto, nada mais poderia ser escrito sem fazer menção a ele. Segundo o autor, em todas as produções artísticas pós-Segunda Guerra Mundial estão evidentes as marcas da aniquilação dos valores que sustentavam a civilização antes do Holocausto. Passada a euforia inicial da queda do Muro de Berlim, em 1989, renasceram os velhos nacionalismos e, com eles, a sombra do anti-semitismo. O acerto de contas de Kertész jamais poupa o totalitarismo stalinista. Em um estilo marcado pelo humor amargo da Europa Central, Kertész relembra também os intelectuais que escolheram o exílio à vida sob a opressão soviética.
650 4 _aENSAIOS
650 4 _aLITERATURA HUNGARA
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=96097&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c80377
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