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003 SANTOANDRE
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040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:99649
245 1 0 _aCALIGRAFIA DA SOLIDAO
100 1 _aCANTINHO, MARIA JOAO, 1963
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bESCRITURAS
_c2006
300 _a95P. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
520 _a.A lusitana Maria João Cantinho tem a coragem de assumir o fato de que “a linguagem de poesia não tem limites”. E é esse o princípio de toda a sua criação. Não aceita barreiras à linguagem, ou melhor, a linguagem não lhe aceita barreiras. Ou inventa suas razões na capacidade direta de sonhar.O clima é onírico. E a imobilidade que ocupa este universo é a da palavra que luta contra a habitual inércia, quando o ato de narrar é procedimento de alma, chocando a linguagem andante e a outra, num levantar de aves em arribação. As imagens voam. A imanência e o ser, o medo e o brumor, a inocência e a levidade, a convalescença dos sonhos e os sonhos que se corporificam e integram os viventes, ou a natureza em torno. E Maria João Cantinho, pela limpidez e despojamento, tem algo dos videntes, dos ébrios de eternidade. Os contos se ativam de várias vozes, todas com significação, reflexos do inumerável espelho.
650 4 _aCONTOS
650 4 _aLITERATURA PORTUGUESA
650 4 _aSECULO XXI
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=99649&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c83850
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