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_dKoha
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245 1 0 _aEM LIBERDADE
100 1 _aSANTIAGO, SILVIANO, 1936
_eAutor
250 _a3 ed.
264 1 _aRIO DE JANEIRO
_bPAZ E TERRA
_c1985
300 _a235P. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
520 _aNo dia 13 de janeiro de 1937, por iniciativa de amigos e graças à ajuda do advogado Sobral Pinto, Graciliano Ramos livrou-se da prisão, após quase um ano encarcerado. O que teria sentido o autor de “Vidas secas” ao arriscar os primeiros passos em liberdade? O fato é que Graciliano jamais escreveu uma linha sequer sobre o período que se sucedeu à soltura. Mas deveria ter escrito – pensa o poeta, escritor, crítico e professor Silviano Santiago que, em uma das mais originais viagens literárias de nosso tempo, aventurou-se em imaginar o que Graciliano teria anotado em um diário a respeito do que viu e viveu nos primeiros três meses fora das grades. No livro “Em liberdade”, Santiago apresenta uma ficção "alterbiográfica", recriando Ramos política e existencialmente. Para mergulhar nesta história, ele estudou durante quatro anos a vida do escritor alagoano, sua obra, pesquisou jornais, revistas e livros da época e consultou mapas do Rio de Janeiro de então. "A partir deste material deixei que minha imaginação delirasse. Para mim foi uma coisa mágica, como se eu estivesse psicografando", conta ele.
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
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650 4 _aSECULO XX
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856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=106635&vHistoryNovo=sim
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