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003 SANTOANDRE
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_bpor
_erda
_dKoha
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245 1 0 _aMENINA QUE ROUBAVA LIVROS (A): PARTE 1/11
100 1 _aZUSAK, MARKUS, 1975
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bFUND. DORINA NOWILL
_c2013
300 _aPARTE 1. 31CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _aEDICAO BRAILLE. 1ª EDICAO - 2007. EDITORA INTRINSECA
520 _aEntre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em "A Menina que Roubava Livros". Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, "O Manual do Coveiro". Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida.
650 4 _aFICCAO
650 4 _aLITERATURA AUSTRALIANA
655 4 _aBRAILLE
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=109604&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c93540
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