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003 SANTOANDRE
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_bpor
_erda
_dKoha
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245 1 0 _aCARCEREIROS
100 1 _aVARELLA, ANTONIO DRAUZIO, 1943
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bCOMPANHIA DAS LETRAS
_c2012
300 _a226P. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
520 _aEm “Estação Carandiru”, Drauzio Varella focou seu corajoso relato na população carcerária de um dos presídios mais violentos do Brasil. Mas os vinte e três anos atuando em presídios brasileiros como médico voluntário também o aproximaram do outro lado da moeda: as centenas de agentes penitenciários que, trabalhando sob condições rigorosas e muitas vezes colocando a vida em risco, administram essa população. Foi com um grupo desses agentes que Drauzio passou a se reunir depois das longas jornadas de trabalho, em um botequim de frente para o Carandiru. E essa convivência pôs o autor em contato com os relatos narrados em Carcereiros, segundo volume da trilogia iniciada por “Estação Carandiru”. Acompanhamos, assim, uma rebelião pelos olhos de quem tenta contê-la. O que emerge é um retrato franco de um mundo totalmente desconhecido para quem está de fora. Drauzio fala também de sua própria atividade como médico do sistema penitenciário: das frustrações, dos acertos e, sobretudo, da dificuldade em conciliar uma vida tão imersa nesta realidade com a de médico particular, apresentador de programas de divulgação científica, pesquisador de plantas, escritor e pai de família. Se há algo de comum a essas vidas - carcereiros, médico, detentos -, é a dimensão humana que nunca escapa aos relatos do autor.
650 4 _aNARRATIVAS PESSOAIS
650 4 _aCASA DE DETENCAO (SP)
650 4 _aSAO PAULO (SP)
650 4 _aAGENTES PENITENCIARIOS
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=111686&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c95588
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