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003 SANTOANDRE
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040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
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245 1 0 _aDISCURSO DE PRIMAVERA E ALGUMAS SOMBRAS
100 1 _aANDRADE, CARLOS DRUMMOND DE
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aRIO DE JANEIRO
_bJOSE OLYMPIO
_c1997
300 _a156P. 21CM. ENC.
546 _aPORTUGUES
500 _aBIOBIBLIOGRAFIA. CRONOLOGIA DA VIDA E DA OBRA
520 _aPublicado em 1977, quando Carlos Drummond de Andrade estava com setenta e cinco anos, Discurso de primavera e algumas sombras não é, como se poderia esperar, a obra outonal de um escritor na terceira idade. Ainda vibrando com a vida e observando a passagem do tempo, Drummond publicou originalmente estes poemas na coluna que mantinha no Jornal do Brasil. Vai daí, portanto, o caráter quase público de muitos dos textos recolhidos no volume. Falam de episódios do Brasil e do mundo num tempo conturbado, de profundas mudanças sociais e - no caso brasileiro - do desalento com um regime de exceção que parecia fechar todos os espaços destinados à liberdade, tanto pública quanto individual. A década de 1970, como se sabe, assistiu ao despertar da consciência ecológica. É o tempo da Conferência de Estocolmo, a primeira grande discussão mundial (organizada pela ONU) a respeito dos descaminhos da civilização industrial diante da natureza espoliada e maltratada. O poeta mineiro foi um dos primeiros autores do primeiro time da nossa literatura a tratarem do tema. Poemas como “Águas e mágoas do Rio São Francisco” (que abre o volume), “Num planeta enfermo” e “Antibucólica 1972” mostram a indignação de Drummond com a devastação da natureza, que já avançava a galope naquele tempo e desfigurava para sempre o meio ambiente. Uma poesia sempre necessária e atual.
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
650 4 _aPOESIA
650 4 _aSECULO XX
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=113194&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c97065
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