| 000 | 01972nam a2200265 i 4500 | ||
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| 003 | SANTOANDRE | ||
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| 008 | 260716s2011 bl ||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aSANTOANDRE _bpor _erda _dKoha |
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| 099 | _acon_detalhe:113756 | ||
| 245 | 1 | 0 | _aESQUIZOIDE (O): CORACAO NA BOCA |
| 100 | 1 |
_aLEAO, RODRIGO DE SOUZA, 1965-2009 _eAutor |
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| 250 | _a1 ed. | ||
| 264 | 1 |
_aRIO DE JANEIRO _bRECORD _c2011 |
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| 300 | _a77P. 21CM. BROCH. | ||
| 546 | _aPORTUGUES | ||
| 520 | _a“O esquizoide” é, ao mesmo tempo, absolutamente ficcional, mas com altas doses autobiográficas. Um misto de diário, romance, novela, depoimento, fábula, que amontoa delírio e lucidez, melancolia e resistência, solidão. Rodrigo revela sua condição para, em seguida, negá-la. O autor compreendeu que, ao apropriar-se dos estigmas que rondam sua existência, pode lidar com seus limites e, ainda, com o preconceito dos ignorantes. Com propriedade de quem conheceu os meandros da clausura em seus dias contados, Rodrigo mostra neste livro que é reducionista aprisioná-lo numa palavra. O poeta, que canta sua prisão para falar de liberdade, alerta que é melhor o conhecer “pelas atitudes do que pelo cantar esquizofrênico”. Numa narrativa surpreendentemente simples e leve, apesar de todo o peso que carrega, Rodrigo faz um relato consciente ― e até político ― de sua condição de esquizofrênico e de seu papel de escritor. Ele usa a palavra como arma para encarar a própria dor e, por conseqüência, diminuir o sofrimento de seus pares, com uma generosidade que o motivava a se expor por inteiro e desarmado, e lutar pela humanização do tratamento psiquiátrico. | ||
| 650 | 4 | _aLITERATURA BRASILEIRA | |
| 650 | 4 | _aFICCAO | |
| 650 | 4 | _aSECULO XXI | |
| 655 | 4 | _aLIVRO | |
| 856 | 4 | 0 |
_uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=113756&vHistoryNovo=sim _yRegistro de origem |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
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