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003 SANTOANDRE
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040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
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245 1 0 _aPARRICIDAS (OS)
100 1 _aNOVAIS, LUIS, 1966
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aOSASCO
_bNOVO SECULO
_c2011
300 _a142P. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
520 _a“Foi a treze de maio que avistei o Diabo.” É desta forma que o anti-herói deste livro começa a descrição da sua saga. A saga de uma mente esquizofrênica, alucinada pela missão que lhe foi dada pelo Diabo, e que nos é assim descrita: “Por fim ele levou a cigarrilha à boca. Sorveu-a pausadamente: como se fosse dono do tempo. Expirou uma baforada: como se continuasse dono do tempo. Olhou-me nos meus. Disse-me tudo o que me disse naquela aparição. Disse-o com uma voz indefinível: simultaneamente imperativa e melodiosa...” Seguem-se outras quatro aparições e a promessa de um sinal. Mais do que um livro escrito na primeira pessoa por um alienado mental, 'Os Parricidas' nos faz refletir sobre os pés de barro dos nossos dogmas civilizacionais e nos lança nos abismos das pseudocertezas do homem moderno.
650 4 _aFICCAO
650 4 _aLITERATURA PORTUGUESA
650 4 _aSECULO XXI
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=114837&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c98670
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