| 000 | 01797nam a2200289 i 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | santoandre-con_detalhe-115104 | ||
| 003 | SANTOANDRE | ||
| 005 | 20260716234031.0 | ||
| 008 | 260716s2008 bl ||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aSANTOANDRE _bpor _erda _dKoha |
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| 099 | _acon_detalhe:115104 | ||
| 245 | 1 | 0 | _aRETORNO E TERNO (O) |
| 100 | 1 |
_aALVES, RUBEM AZEVEDO, 1933-2014 _eAutor |
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| 250 | _a1 ed. | ||
| 264 | 1 |
_aCAMPINAS _bPAPIRUS _c2008 |
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| 300 | _a169P. 21CM. BROCH. | ||
| 546 | _aPORTUGUES | ||
| 520 | _aA ideia para uma crônica me vem sempre como uma experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados, como a visão de uma imagem. O que tento fazer é simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou na minha imaginação. Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta. Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica faço o contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus psicanalistas... O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com os seus olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que os filósofos Zen dão o nome de "satori": a abertura de um terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo conhecido como nunca o foi. | ||
| 650 | 4 | _aBRASIL | |
| 650 | 4 | _aLITERATURA | |
| 650 | 4 | _aLITERATURA BRASILEIRA | |
| 650 | 4 | _aCRONICAS | |
| 650 | 4 | _aSECULO XX | |
| 655 | 4 | _aLIVRO | |
| 856 | 4 | 0 |
_uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=115104&vHistoryNovo=sim _yRegistro de origem |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c98933 _d98933 |
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